
O texto do Thomaz sobre a “ grande caminhada pela vida” dá o mote para o meu novo post.
Pessoalmente discordo do Thomaz quando ele acusa o Presidente da República Portuguesa de “falta de coragem por não comparecer a esta manifestação”.
Cavaco Silva tem o direito, mas não o dever de expressar a sua opinião e, como presidente de todos os portugueses não deve participar em nenhuma manifestação que represente posições de alguns. Cavaco para o bem e para o mal é o presidente de todos nós, não de alguns, dos que votam “sim”, dos que votam “não”. Como cidadão pode muito bem expressar a sua opinião pessoal mas não pode participar em qualquer tipo de campanha; ele representa- nos a todos.
A partir do momento em que são eleitos tanto Cavaco como Sócrates deixam de poder falar no cidadão José e no cidadão Aníbal, eles são Primeiro- Ministro e Presidente da República em toda e qualquer situação.
Ora era aqui que eu queria chegar: à actuação/comportamento de Sócrates em toda esta campanha. Se Cavaco é o presidente de todos nós que razão haverá para Sócrates não ser o primeiro- ministro de todos nós?
Sócrates não pode ter só em atenção o plano partidário, o plano de Estado no seu caso é fundamental, a suas mais recentes acções mostram falta de integridade e de bom- senso.
O mesmo se passa em função de alguns ministros do seu governo que de forma vergonhosa tem participado pelo “sim”. Esta situação já não é nova pois já tínhamos ouvido alguns destes imbecis tecendo os mais bárbaros ataques e acusações a Cavaco Silva aquando das eleições para as Presidenciais de Janeiro último. Imagino as suas caras quando souberam da vitória de Cavaco.
Estes senhores (Sócrates e ministros) têm de mostrar uma isenção cega limitando- se a expressar a sua opinião, e nada mais do que isso. O facto de entrarem em campanhas revela uma total falta de respeito por aqueles que deles têm uma opinião contrária; teriam o mesmo impacto na comunicação social e junto da população se não fossem ministros? É óbvio que não.
Os titulares de cargos de estado tão importantes como estes devem mostrar distância e independência em relação a estas questões, não se sujeitando a estes tipo de críticas, são situações que podiam perfeitamente evitar, se revelassem coerência e discernimento; gostariam eles de ter por exemplo Cavaco a fazer campanha pelo “não”? Nem eles nem ninguém. Que imagem daria o país se tivesses Cavaco em campanha pelo não ao almoço e Sócrates da parte da noite?
Pessoalmente discordo do Thomaz quando ele acusa o Presidente da República Portuguesa de “falta de coragem por não comparecer a esta manifestação”.
Cavaco Silva tem o direito, mas não o dever de expressar a sua opinião e, como presidente de todos os portugueses não deve participar em nenhuma manifestação que represente posições de alguns. Cavaco para o bem e para o mal é o presidente de todos nós, não de alguns, dos que votam “sim”, dos que votam “não”. Como cidadão pode muito bem expressar a sua opinião pessoal mas não pode participar em qualquer tipo de campanha; ele representa- nos a todos.
A partir do momento em que são eleitos tanto Cavaco como Sócrates deixam de poder falar no cidadão José e no cidadão Aníbal, eles são Primeiro- Ministro e Presidente da República em toda e qualquer situação.
Ora era aqui que eu queria chegar: à actuação/comportamento de Sócrates em toda esta campanha. Se Cavaco é o presidente de todos nós que razão haverá para Sócrates não ser o primeiro- ministro de todos nós?
Sócrates não pode ter só em atenção o plano partidário, o plano de Estado no seu caso é fundamental, a suas mais recentes acções mostram falta de integridade e de bom- senso.
O mesmo se passa em função de alguns ministros do seu governo que de forma vergonhosa tem participado pelo “sim”. Esta situação já não é nova pois já tínhamos ouvido alguns destes imbecis tecendo os mais bárbaros ataques e acusações a Cavaco Silva aquando das eleições para as Presidenciais de Janeiro último. Imagino as suas caras quando souberam da vitória de Cavaco.
Estes senhores (Sócrates e ministros) têm de mostrar uma isenção cega limitando- se a expressar a sua opinião, e nada mais do que isso. O facto de entrarem em campanhas revela uma total falta de respeito por aqueles que deles têm uma opinião contrária; teriam o mesmo impacto na comunicação social e junto da população se não fossem ministros? É óbvio que não.
Os titulares de cargos de estado tão importantes como estes devem mostrar distância e independência em relação a estas questões, não se sujeitando a estes tipo de críticas, são situações que podiam perfeitamente evitar, se revelassem coerência e discernimento; gostariam eles de ter por exemplo Cavaco a fazer campanha pelo “não”? Nem eles nem ninguém. Que imagem daria o país se tivesses Cavaco em campanha pelo não ao almoço e Sócrates da parte da noite?































O respeito pela vida humana, sob qualquer forma, é primeiramente um dever da moral, mas identicamente um dever de respeito pelo outro, pela sua própria liberdade (e aí falham redondamente os argumentos da liberdade das mulheres, e outras bacoradas que tais, pois a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade do outro, e sem este respeito mínimo não há liberdade mas sim domínio, de uns sobre os outros) e direito ao desenvolvimento da sua personalidade, dever aliás constitucionalmente protegido no nº1, do artigo 24º, sob a epígrafe “Direito à vida” da Constituição da República Portuguesa: “A vida Humana é inviolável.” Mas mesmo que não o estivesse, tal direito, deriva da própria natureza humana e é portanto anterior e independente face ao poder constituinte dos Estados, impondo-se a qualquer estado, e a qualquer pessoa de direito, sendo um princípio fundamental de direito natural que a todos se impõe na obtenção da justiça e do bem social e comum. È intangível, inderrogável e intrínseco a todos os seres humanos, simplesmente pelo simples facto, de o serem... 















